
Sobre o Festival
A Criação de um
Festival de Caminhadas
Em 2013, numa conjuntura de vontades e interesses, duas pessoas com trabalho em curso no interior do Algarve, mais precisamente na freguesia do Ameixial (Loulé), lançaram a ideia de realizar um festival de caminhadas à Câmara Municipal de Loulé e à Junta de Freguesia local. O objecto era – e ainda é – o de revelar a riqueza natural e cultural deste território, contribuir para a dinamização da economia local, sensibilizar para a sua valorização sustentável, neste caso através do ecoturismo e do turismo cultural.
A ideia do Walking Festival Ameixial (WFA)/Festival de Caminhadas do Ameixial ganhou de imediato o apoio das referidas entidades, da população de Ameixial e de muitas pessoas que desde então nunca mais pararam de ajudar o festival e de visitar anualmente esta freguesia.
O festival de caminhadas inspirou-se no conceito dos “Walking Festivals” que ocorrem noutros países e tem como princípios base: juntar amigos num determinado território para fazerem caminhadas, dar a conhecer os valores da região, apoiar a economia local, e sensibilizar as comunidades e as entidades para a salvaguarda do património e para o desenvolvimento de práticas ambientalmente sustentáveis e valorizadoras para o território.
A singularidade específica da Escrita do Sudoeste, algo muito localizado neste território Serra, foi a escolha consensual para a identidade do festival. Esta forma de escrita milenar é assim o elemento especial que diferencia este festival dos demais. Por esse motivo, acompanha-nos em todas as edições do Walking Festival Ameixial e transporta-nos para um território rico em elementos patrimoniais únicos.
O primeiro evento, em 2013, foi um sucesso e acolheu largas dezenas de participantes de todo Algarve e outras partes do país. Desde então tem vindo a crescer e a ganhar notoriedade regional e nacional.
Em 2016 alguns membros da organização do WFA fundaram a Cooperativa QRER, com a missão de contribuir para o desenvolvimento sustentável dos territórios do interior do Algarve. Esta entidade assume a promoção e coorganização do festival a partir da sua 4ª edição, realizada nesse ano.

Áreas de Intervenção
Turismo Cultural
Todas as edições incluem caminhadas e diferentes atividades de interpretação e valorização do património cultural deste território, com destaque para a Escrita do Sudoeste.
Valorização do Interior
Um dos princípios orientadores deste festival é revelar os segredos e os valores do território, promovendo um desenvolvimento sustentável.
Turismo de Natureza
A programação do festival inclui dezenas de caminhadas na natureza, assim como atividades de educação ambiental e de conhecimento e valorização dos recursos naturais.
Ecoturismo
A natureza e o património cultural da Serra do Caldeirão são a matéria-prima com que se constrói este festival. Um dos nossos objetivos é dá-los a conhecer aos participantes do festival e contribuir para a sua valorização e conservação.
Turismo Responsável
Um dos elementos mais importantes do festival é o envolvimento da comunidade local na sua programação e o apoio às suas atividades económicas. Em todas as edições valorizamos as práticas tradicionais e o conhecimento do território e geramos importantes receitas para os negócios locais.
Inclusivo, Multicultural e Acessível
Construímos um festival para todos. Reconhecemos que o usufruto da natureza deve ser acessível a todos os públicos e procuramos desenvolver atividades adequadas a pessoas com limitações de mobilidade e constrangimentos sensoriais ou à participação de crianças.